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  • Tartarugas do Delta representa APA Delta do Parnaíba em encontro nacional de cultura oceânica

    Tartarugas do Delta representa APA Delta do Parnaíba em encontro nacional de cultura oceânica

    O Projeto Tartarugas do Delta participou do I Encontro Petrobras de Cultura Oceânica, realizado no Rio de Janeiro, que reuniu projetos socioambientais de diferentes regiões do Brasil. A APA Delta do Parnaíba foi representada pelo Projeto através de sua coordenadora por Werlanne Magalhães.

    O encontro promoveu troca de experiências entre iniciativas que compartilham o compromisso com a educação socioambiental e a conservação dos ecossistemas marinhos, reforçando a importância do trabalho em rede.

    “Foi muito significativo estar ao lado de outras lideranças que acreditam que a transformação da relação das pessoas com o oceano só acontece quando caminhamos juntos. Voltamos com novas perspectivas para fortalecer nosso trabalho de conservação da biodiversidade marinha na região da APA Delta do Parnaíba”, afirmou Werlanne.

    O Projeto Tartarugas do Delta acontece em parceria com a Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental e atua na conservação das tartarugas marinhas, mitigação da Pesca Fantasma, na formação do Turismo Científico e promoção das ações socioeducativas na região do Delta do Parnaíba que abrange os estados do Piauí, Maranhão.

  • Praia do Piauí registra nascimento de filhotes de tartaruga-de-pente

    Praia do Piauí registra nascimento de filhotes de tartaruga-de-pente

    A praia de Luís Correia, no litoral do Piauí, foi palco de um momento marcante para a conservação ambiental nesta segunda-feira (15), filhotes de tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata) deixaram o ninho de número 355 e foram guiados ao mar pela equipe do Projeto Tartarugas do Delta.

    A espécie é classificada como criticamente em perigo de extinção na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), o que torna cada nascimento registrado um avanço significativo para a preservação da biodiversidade marinha na região.

    O trabalho de monitoramento dos ninhos é realizado pelo Projeto Tartarugas do Delta, iniciativa desenvolvida em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. A equipe acompanhou de perto a eclosão do ninho e garantiu que todos os filhotes chegassem com segurança às águas do Atlântico.

    A APA Delta do Parnaíba, região que abrange o litoral de Luís Correia, é um dos principais pontos de desova de tartarugas marinhas no Nordeste brasileiro. A presença de projetos estruturados de conservação nessa área é fundamental para proteger os ninhos de ameaças como a predação, circulação de veículos nas praias, Fotopoluição e os impactos das mudanças climáticas sobre as temperaturas da areia.

    Com o registro do ninho 355, o projeto acumula mais uma marca relevante na temporada de reprodução, reforçando a importância da ciência aplicada à conservação e do engajamento de empresas e comunidades locais na proteção das espécies marinhas ameaçadas.

    Com muita satisfação e comprometimento ambiental, a data ganha um significado ainda maior: no Dia Internacional das Tartarugas Marinhas (16/06), o projeto celebra a marca de mais de 32 mil filhotes liberados no mar e um total de 360 ninhos identificados nesta temporada de 2026 na região da APA Delta do Parnaíba. Uma conquista coletiva que só foi possível graças ao apoio de parceiros fundamentais — Eólica Pedra do Sal, ICMBio, Resex, Cia Porto Pi e UFDPar —, e que reafirma que o trabalho de conservação continua, ninho por ninho, filhote por filhote.

  • Tartarugas do Delta integra oficina histórica sobre o futurao da APA

    Tartarugas do Delta integra oficina histórica sobre o futurao da APA

    O Instituto Tartarugas do Delta participou Da Oficina de Monitoramento de Plano de Manejo da APA Delta do Parnaíba a convite do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O convite reconhece o projeto como referência científica na conservação das espécies que habitam o Delta — entre elas, as cinco espécies de tartarugas marinhas do Brasil.

    A oficina integra a primeira monitoria formal do Plano de Manejo da APA desde sua publicação em 2020 e reuniu pesquisadores da região para avaliar, com base em dados científicos, o estado de conservação dos recursos naturais da unidade de conservação, diante de pressões crescentes como projetos portuários, hidrovias e empreendimentos de energia.

    O Projeto Tartarugas do Delta, levou para a oficina anos de dados sobre ÁREAS DE REPRODUÇÃO, registros de encalhes, ameaças e distribuição das tartarugas na região da APA Delta. Para a coordenadora Werlanne Magalhães, o momento é de responsabilidade.

    “Ser chamada pelo ICMBio para contribuir com a revisão do Plano de Manejo é o reconhecimento de que a ciência que fazemos aqui, no campo, ao lado das tartarugas e das comunidades do Delta, pode contribuir com as tomadas de decisões sobre o futuro desse território. É isso que a parceria com o Programa Petrobras Socioambiental e apoio das demais instituições (UFMA, UFDPar, Eólica Pedra do Sal, Porto PI, IBAMA e ICMbio nos permite fazer: produzir ciência relevante e colocá-la a serviço da conservação”, Werlanne – coordenadora.

    Os resultados da oficina vão subsidiar o ICMBio na decisão sobre a revisão do Plano de Manejo da APA Delta do Parnaíba, que completa 30 anos em 2026.

  • Projeto Tartarugas do Delta marca presença na Oficina de Monitoramento da APA Delta do Parnaíba

    Projeto Tartarugas do Delta marca presença na Oficina de Monitoramento da APA Delta do Parnaíba

    O Projeto Tartarugas do Delta, desenvolvido em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, participou da Oficina de Monitoramento Participativo do Plano de Manejo da APA Delta do Parnaíba, realizada em Parnaíba (PI). O evento, promovido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), reuniu pesquisadores que atuam na região com o objetivo de qualificar tecnicamente o processo de monitoria da unidade de conservação, que completa 30 anos em 2026.

    A oficina integra a primeira monitoria formal do Plano de Manejo da APA — publicado em agosto de 2020 —, um processo desencadeado por pressões crescentes sobre o território, que incluem novos projetos de infraestrutura como a Hidrovia do Parnaíba, terminais portuários, parques eólicos offshore e empreendimentos de hidrogênio verde. O encontro foi estruturado em cinco eixos de trabalho: revisitação dos Recursos e Valores Fundamentais (RVFs) da APA, reavaliação das ameaças, análise do estado de conservação, proposição de indicadores de monitoramento e avaliação do zoneamento vigente.

    Para a coordenadora do Projeto, Werlanne Magalhães, participar deste processo representa muito mais do que um compromisso científico — é a chance de colocar o conhecimento produzido em campo a serviço da proteção do território onde as tartarugas vivem, se alimentam e se reproduzem. A APA Delta do Parnaíba abriga as cinco espécies de tartarugas marinhas do Brasil, listadas entre os Recursos e Valores Fundamentais da unidade de conservação que a gestão busca proteger.

    “É uma oportunidade única de unirmos o conhecimento científico acumulado pelo Projeto Tartarugas do Delta ao processo de tomada de decisão sobre o futuro desta área tão especial. Temos dados sobre distribuição, encalhes, ameaças e comportamento das tartarugas na região da APA que precisam estar na mesa quando se discute zoneamento e normas de uso.”

    A contribuição do instituto vai além das tartarugas marinhas. Por meio dos seus programas sistemáticos de monitoramento de praias, o Projeto acumula também informações relevantes sobre aves migratórias que utilizam o litoral da APA como rota e área de descanso, além de registros sobre o boto-cinza (Sotalia guianensis), espécie que ocorre nos estuários e canais do delta. Esse conjunto de dados sobre diferentes grupos da fauna representa um patrimônio científico valioso para embasar as discussões sobre conservação e uso sustentável do território.

    Os resultados da oficina serão consolidados junto aos produtos das reuniões já realizadas com o Conselho Consultivo da APA — ocorridas nos meses de março e abril de 2026 — e das oficinas com comunidades tradicionais previstas para junho e julho deste ano. Todo esse arcabouço subsidiará a elaboração do Relatório Final de Monitoria, que será encaminhado ao ICMBio para deliberação sobre eventual revisão do Plano de Manejo.

    A APA Delta do Parnaíba cobre 311 mil hectares distribuídos pelo Piauí, Maranhão e Ceará, protegendo o maior delta em mar aberto das Américas, com seus manguezais, dunas, restingas, estuários, lagoas e mais de oitenta ilhas — território de biodiversidade e de povos tradicionais que, juntos, dependem da ciência e da gestão participativa para garantir seu futuro.

  • Curso de Turismo Científico forma condutores para atuação responsável na APA da Foz do Rio Preguiças

    Curso de Turismo Científico forma condutores para atuação responsável na APA da Foz do Rio Preguiças

    A Área de Proteção Ambiental (APA) da Foz do Rio Preguiças foi palco de uma experiência formativa que busca conscientizar e qualificar a forma como o turismo é praticado na região. O Curso de Formação em Turismo Científico em Unidade de Conservação capacitou 25 profissionais do setor — entre pilotos de embarcação, guias e condutores turísticos — com foco na atuação responsável e ambientalmente consciente dentro de uma das mais importantes unidades de conservação do Maranhão.

    A iniciativa é uma realização do Projeto Tartarugas do Delta, em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, e foi coordenada pela Professora Ana Catarina Coutinho, docente do Curso de Turismo da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em Barreirinhas. A formação integra os esforços do projeto de unir conservação da biodiversidade marinha e desenvolvimento do turismo sustentável no território da APA, fortalecendo a relação entre turismo, ciência, comunidade e conservação.

    A formação abordou temas fundamentais para a valorização do território, como a identificação e conservação de espécies emblemáticas da região — tartarugas marinhas, tamanduás e primatas —, a caracterização ecológica e geográfica da Foz do Rio Preguiças, e o papel estratégico das unidades de conservação na proteção da biodiversidade. Os participantes também tiveram acesso a uma pesquisa de avaliação de roteiros, apresentada como instrumento de reflexão sobre a própria atuação profissional, além do desenvolvimento de habilidades específicas para a condução em ambientes naturais sensíveis e a construção coletiva de uma identidade própria para o roteiro turístico local.

    Os resultados foram expressivos. Ao longo do curso, foi possível observar mudanças concretas na percepção ambiental dos participantes, maior valorização dos recursos naturais presentes na APA e alterações significativas na conduta dos condutores frente aos ambientes que frequentam diariamente. A formação demonstrou que a conscientização baseada na ciência pode orientar o comportamento do turista — mas, sobretudo, dos condutores e agentes do território, verdadeiros protagonistas da experiência e da conservação.

    O curso contou ainda com a parceria do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), de estudantes da UFMA — campus São Bernardo —, e do Instituto Tamanduá, entidade com reconhecida atuação na proteção da fauna regional. A união entre academia, iniciativa privada, poder público e sociedade civil foi apontada como um dos pilares do êxito da iniciativa.

    Ao final das atividades, surgiu entre os participantes uma demanda espontânea pela continuidade do curso, evidenciando o impacto positivo da formação e o interesse crescente dos profissionais em aprofundar seus conhecimentos. A proposta de novas edições está sendo discutida entre os parceiros envolvidos. A APA da Foz do Rio Preguiças, com seus ecossistemas únicos de manguezais, restingas, dunas e cursos d’água, representa um patrimônio natural de enorme relevância para o Maranhão e para o Brasil. Um turismo fundamentado na ciência e orientado pela conservação é o que assegura, a longo prazo, a sustentabilidade dos

  • Barreirinhas/MA é palco do início do projeto de Turismo Científico em Unidade de Conservação

    Barreirinhas/MA é palco do início do projeto de Turismo Científico em Unidade de Conservação

    O Turismo Científico representa muito mais do que um segmento turístico voltado às Unidades de Conservação: é uma abordagem sustentável e alternativa de viajar, que une contemplação da paisagem à compreensão profunda do valor ambiental de cada território. 

    Nessa perspectiva, a APA Foz do Rio Preguiças torna-se cenário e protagonista das discussões que marcam o lançamento do I Curso de Formação em Turismo Científico em Unidade de Conservação.

    Dividido em módulos, o curso teve início em 04 de maio de 2026 e encerra sua etapa prática em junho do mesmo ano. Ao fim, condutores, guias e pilotos do turismo serão certificados para atuarem com uma consciência ambiental ampliada, tornando-se agentes de uma nova forma de viajar — viajar para aprender e para conservar.

    A iniciativa nasce do Projeto Tartarugas do Delta, desenvolvido pelo Instituto Tartarugas do Delta, em parceria com a Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental e com o apoio da UFMA/São Bernardo, do SEBRAE e da Prefeitura de Barreirinhas. A proposta traz a experiência consolidada em conservação marinha para fortalecer, em Barreirinhas, uma nova conexão entre turismo, ciência e educação ambiental.

    O início deste projeto marca um momento histórico para Barreirinhas e para o Maranhão — posicionando a cidade como referência nacional em turismo científico em unidades de conservação.

  • Representante do Instituto Tartarugas do Delta participa de reunião do Conselho da APA Delta do Parnaíba

    Representante do Instituto Tartarugas do Delta participa de reunião do Conselho da APA Delta do Parnaíba

    A vice-presidente do Instituto Tartarugas do Delta (ITD) e coordenadora do Projeto Tartarugas do Delta que acontece em parceria com a Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental, Werlanne Magalhães, participou da I Reunião Ordinária de 2026 do Conselho Consultivo da Área de Proteção Ambiental (APA) Delta do Parnaíba, realizada nos dias 23 e 24 de abril, no município de Araioses (MA).

    O encontro, promovido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), reuniu conselheiros, representantes de instituições públicas, organizações da sociedade civil e atores locais para discutir temas estratégicos relacionados à gestão da unidade de conservação. A programação incluiu momentos de integração, debates técnicos e atividades participativas voltadas ao monitoramento do plano de manejo e à identificação de ameaças ao território.

    Durante a reunião, foram realizadas dinâmicas como o “café mundial”, metodologia participativa que promove o diálogo coletivo para a espacialização das ameaças e dos valores ambientais da APA, além de discussões sobre o acompanhamento das ações já desenvolvidas na unidade.

    Como membro do Conselho, Werlanne Magalhães reforçou a importância da atuação integrada entre instituições e comunidades para a conservação dos ecossistemas do Delta do Parnaíba, destacando o papel do Projeto Tartarugas do Delta na geração de conhecimento científico, educação ambiental e fortalecimento das ações de proteção da biodiversidade marinha.

    A participação do Instituto no Conselho Consultivo reafirma o compromisso da organização com a gestão participativa das unidades de conservação, contribuindo para o planejamento estratégico, a tomada de decisões e a construção coletiva de soluções voltadas à sustentabilidade da região.

    A APA Delta do Parnaíba é uma das mais importantes áreas de proteção ambiental do litoral brasileiro, abrangendo territórios do Piauí, Maranhão e Ceará, e desempenha papel fundamental na conservação da biodiversidade e no desenvolvimento sustentável das comunidades locais.

  • Influencer visita Projeto Tartarugas do Delta e acompanha desova, nascimento e ações de conservação

    Influencer visita Projeto Tartarugas do Delta e acompanha desova, nascimento e ações de conservação

    A influenciadora Mylly, acompanhada por representantes da Petrobras — parceira do Projeto Tartarugas do Delta por meio do Programa Petrobras Socioambiental — passou dois dias no Delta do Parnaíba conhecendo de perto as ações de monitoramento, educação ambiental e pesquisa desenvolvidas pelo projeto.

    Durante a visita, a comitiva acompanhou o flagrante de uma tartaruga marinha em desova e o nascimento de filhotes, momentos que evidenciam a importância do trabalho contínuo de monitoramento das praias de nidificação e conservação das espécies.

    A programação incluiu ainda uma ação de limpeza de praia, voltada à mitigação de ameaças aos habitats naturais, e uma vivência na Associação Trançados da Ilha, onde Mylly participou de uma oficina de artesanato com crianças da Escola Municipal Dr. João Silva Filho, na comunidade Pedra do Sal, fortalecendo a conexão entre educação ambiental e cultura local. Além de visitar a Barraca da Nêda, artesã dde Barra Grande.

    Outro destaque foi a visita ao laboratório de pesca fantasma da UFDPar, onde o projeto desenvolve pesquisas e práticas voltadas à redução dos impactos de redes e equipamentos abandonados no ambiente marinho.

    A experiência foi encerrada com um passeio pelo Delta do Parnaíba, incluindo a observação da revoada dos guarás, símbolo da biodiversidade da região.

    A visita reforça a importância da articulação entre comunicação, ciência, iniciativa privada e comunidades tradicionais, ampliando a visibilidade e o apoio às ações de monitoramento, pesquisa e conservação das tartarugas marinhas no litoral do Delta do Parnaíba.

  • Tartarugas marcadas em 2014 retornam ao Delta do Parnaíba para nova desova após mais de uma década

    Tartarugas marcadas em 2014 retornam ao Delta do Parnaíba para nova desova após mais de uma década

    O monitoramento realizado nas praias da Área de Proteção Ambiental (APA) Delta do Parnaíba tem revelado dados cada vez mais relevantes para a conservação das tartarugas marinhas no litoral do Piauí. Desde 2014, pesquisadores e monitores do Projeto Tartarugas do Delta realizam a identificação e marcação de fêmeas durante o período de desova nas praias da região.

    Ao longo desse trabalho contínuo de pesquisa e proteção, sabe-se que até o momento foram registradas uma colônia com mais de 100 fêmeas de tartarugas marinhas, utilizando as praias da APA Delta do Parnaíba como área de reprodução.

    Entre os dados mais emblemáticos registrados nesta temporada está o retorno de fêmeas que foram marcadas ainda em 2014 e voltaram agora às mesmas praias para realizar novas desovas, mais de uma década depois. O reencontro desses animais com o local onde foram identificados pela primeira vez evidencia a forte fidelidade das tartarugas marinhas às áreas de reprodução e reforça a importância da proteção contínua desses habitats.

    A identificação é realizada por meio da marcação e do monitoramento durante as desovas, técnica que permite acompanhar o histórico reprodutivo dos animais e compreender melhor os ciclos de vida das espécies.

    Os resultados confirmam a APA Delta do Parnaíba como um dos mais importantes sítios de reprodução de tartarugas marinhas na margem equatorial brasileira além de evidenciar o impacto positivo das ações de monitoramento, proteção de ninhos e educação ambiental desenvolvidas junto às comunidades costeiras.

    O trabalho integra as atividades do Projeto Tartarugas do Delta, desenvolvido pelo Instituto Tartarugas do Delta em parceria com o Programa Petrobras Socioambiental, contando ainda com a colaboração de instituições ambientais, Eólica Pedra do Sal, universidades e das comunidades locais

    A continuidade do monitoramento científico é fundamental para compreender o comportamento reprodutivo das espécies, fortalecer estratégias de conservação e garantir que as praias da APA Delta do Parnaíba permaneçam seguras para o ciclo de vida desses animais ameaçados de extinção.

  • Participantes de Encontro Internacional visitam o Projeto Tartarugas do Delta e vivenciam oficina de artesanato na Pedra do Sal

    Participantes de Encontro Internacional visitam o Projeto Tartarugas do Delta e vivenciam oficina de artesanato na Pedra do Sal

    A equipe do Projeto Tartarugas do Delta recebeu nesta semana, a visita de participantes do 2º Encontro Internacional “Ainda Acredito: Educação e Legado de Anne Frank no Brasil”, realizado em Parnaíba.

    Durante a programação, os visitantes participaram de uma oficina de artesanato na Escola Municipal Dr. João Silva, na comunidade da Praia da Pedra do Sal. A atividade proporcionou uma imersão na cultura local e no protagonismo comunitário, fortalecendo o diálogo entre educação e sustentabilidade.

    A oficina foi conduzida pela artesã  Serrate, presidente da Associação Trançados da Ilha, que apresentou técnicas tradicionais de trançado e compartilhou saberes transmitidos entre gerações, valorizando a identidade cultural da região.

    A visita reforça a importância da integração entre projetos socioambientais, educação em direitos humanos e iniciativas comunitárias, destacando o papel do território da APA Delta do Parnaíba como espaço de aprendizagem, memória e transformação social.

    Projeto Tartarugas do Delta acontece em parceria com a Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental com apoio da Eólica Pedra do Sal e da Escola Municipal Dr João Silva Filho