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  • Projeto Tartarugas do Delta encerra temporada reprodutiva de 2026 com 364 ninhos

    Projeto Tartarugas do Delta encerra temporada reprodutiva de 2026 com 364 ninhos

    O Projeto Tartarugas do Delta, realizado pelo Instituto Tartarugas do Delta em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, encerrou a temporada reprodutiva de tartarugas marinhas de 2026 com o registro de 364 ninhos na região da Área de Proteção Ambiental Delta do Parnaíba.

    Durante a temporada, as equipes realizaram ações de monitoramento e proteção das áreas de reprodução. Luís Correia concentrou o maior número de registros, com 305 ninhos. Na Praia da Pedra do Sal, em Parnaíba, foram contabilizadas 26 ninhos; na Ilha dos Poldros, 22 ninhos; e em Tutóia, no Maranhão, com 11 ninhos.

    Foram 3 espécies de tartaruga marinha que este ano visitaram a região da APA Delta do Parnaíba: tartaruga de pente, tartaruga-verde e tartaruga de oliva e um total de 34.218 filhotes chegaram ao mar.

    Os resultados reforçam a importância do acompanhamento contínuo das áreas de desova e das iniciativas voltadas à conservação das tartarugas marinhas e dos ecossistemas costeiros. O trabalho desenvolvido ao longo da temporada também contribui para a produção de informações sobre a presença e a reprodução dessas espécies no território monitorado.

    Além da parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, as atividades contam com o apoio da Margem Equatorial, da Área de Proteção Ambiental Delta do Parnaíba, da Eólica Pedra do Sal e do Sesc Piauí.

    Com a conclusão da temporada reprodutiva de 2026, o Instituto Tartarugas do Delta reafirma seu compromisso com a proteção da biodiversidade, a preservação dos ambientes costeiros e a sensibilização das comunidades para a conservação das tartarugas marinhas.

  • Instituto Tartarugas do Delta participa de oficina do ICMBio para construção do Centro de Visitantes da Base do Peixe-Boi Marinho

    Instituto Tartarugas do Delta participa de oficina do ICMBio para construção do Centro de Visitantes da Base do Peixe-Boi Marinho

    O Instituto Tartarugas do Delta esteve representado na I Oficina Participativa, promovida pelo ICMBio por meio da Área de Proteção Ambiental (APA) Delta do Parnaíba, realizada nesta terça-feira (18), nas instalações do SEBRAE, em Parnaíba.

    A participação foi de Werlanne Magalhães, Coordenadora do Projeto Tartarugas do Delta e Vice-Presidente do Instituto Tartarugas do Delta.

    O encontro teve como objetivo reunir representantes de comunidades tradicionais, pesquisadores, profissionais e gestores para subsidiar a elaboração do projeto expositivo do futuro Centro de Visitantes da Base Avançada de Cajueiro da Praia, unidade do ICMBio conhecida localmente como Base do Peixe-Boi Marinho, atualmente em processo de reforma e ampliação.

    Segundo a organização do evento, a proposta é construir, de forma colaborativa, um espaço inclusivo e representativo, que retrate a importância dos valores sociais e ambientais da região do Delta do Parnaíba.

    A participação do Instituto Tartarugas do Delta na oficina reforça o histórico de atuação da instituição na conservação da biodiversidade marinha e costeira, bem como seu compromisso com iniciativas que fortalecem a educação ambiental e a valorização do território.

    O Projeto Tartarugas do Delta é realizado pelo Instituto Tartarugas do Delta em parceira com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, e conta com o apoio da Margem Equatorial, APA Delta do Parnaíba, da Eólica Pedra do Sal e do Sesc Piauí.

  • Projeto Tartarugas do Delta fortalece diálogo com comunidades pesqueiras em relação à poluição marinha na APA Delta do Parnaíba.

    Projeto Tartarugas do Delta fortalece diálogo com comunidades pesqueiras em relação à poluição marinha na APA Delta do Parnaíba.

    O Projeto Tartarugas do Delta, para compreender a realidade da pesca fantasma na Área de Proteção Ambiental (APA) Delta do Parnaíba realiza monitoramento de praia, recolhe os resíduos da faixa de areia e promove o debate com pescadores para ampliar rede de colaboradores e minimizar os riscos causados pela pesca fantasma na região. Um dos resíduos muito encontrado são materiais descartados, perdidos ou abandonados da pesca, o que chamamos de pesca fantasma.

    Esse diálogo permite esclarecer os impactos causados pela pesca fantasma sobre a fauna marinha e com isso, construir, em conjunto, caminhos para reduzi-los, manter a saúde dos oceanos é fundamental para o futuro da pesca.

    A pesca fantasma — fenômeno causado por redes, linhas e outros petrechos de pesca perdidos ou abandonados no mar, que continuam capturando e matando animais marinhos mesmo sem controle humano — é um dos temas centrais dessas conversas com as comunidades.

    “A pesca fantasma é um dos problemas mais silenciosos que enfrentamos na conservação marinha, porque muitas vezes o impacto continua acontecendo mesmo sem a intenção de quem pescou. Por isso, o diálogo com as comunidades pesqueiras é essencial: são elas que conhecem esse território todos os dias e podem nos ajudar a encontrar soluções que façam sentido na prática, sem comprometer o sustento de quem vive da pesca”, afirma Werlanne Magalhães, coordenadora do Projeto Tartarugas do Delta.

    Para a equipe do projeto, a conservação marinha não se constrói com imposição, mas com escuta, parceria e construção conjunta. É a partir desse diálogo direto com quem vive e conhece o território que o Tartarugas do Delta busca compreender melhor a pesca fantasma e desenvolver, coletivamente, estratégias para reduzir seus impactos e proteger a vida marinha na região.

    O Projeto Tartarugas do Delta é realizado pelo Instituto Tartarugas do Delta (ITD) em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, com apoio da Eólica Pedra do Sal, APA Delta do Parnaíba, UFDPar, Sesc Piauí, Ilha dos Poldros, Margem Equatorial Brasileira, RESEX Delta do Parnaíba e CIA Porto Piauí.

    A ação está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 12 – Consumo e Produção Responsáveis, 14 – Vida na Água e 17 – Parcerias e Meios de Implementação, da Agenda 2030 da ONU.

  • Litoral do Piauí é ponto de desova das cinco espécies de tartarugas marinhas do Brasil

    Litoral do Piauí é ponto de desova das cinco espécies de tartarugas marinhas do Brasil

    O litoral do Piauí, embora seja o menor do país, abriga um dos ecossistemas mais relevantes para a conservação de tartarugas marinhas no Brasil. A Área de Proteção Ambiental (APA) Delta do Parnaíba é local de desova das cinco espécies encontradas no território nacional, sendo que quatro delas constam na Lista Oficial de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

    De acordo com a classificação mais recente, a tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) é a espécie que apresenta maior grau de risco, na categoria Criticamente em Perigo. A tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata) está classificada como Em Perigo, enquanto a tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta) e a tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) figuram como Vulneráveis. Já a tartaruga-verde (Chelonia mydas) deixou a lista de espécies ameaçadas em 2022 e passou à categoria Quase Ameaçada.

    “Embora o status de conservação da tartaruga-verde (Chelonia mydas) tenha apresentado avanços importantes — encontrando-se atualmente na categoria ‘Quase Ameaçada’ —, a espécie ainda demanda cuidados contínuos. Por isso, seguimos empenhados em ampliar nossa rede de parceiros e fortalecer ações estratégicas em prol da preservação marinha”, explicou a coordenadora do Projeto Tartarugas do Delta a Doutora em Biologia Werlanne Magalhães.

    É nesse contexto que atua o Projeto Tartarugas do Delta, executado pelo Instituto Tartarugas do Delta, com o monitoramento contínuo das praias da região, a proteção dos ninhos e o acompanhamento técnico de todo o ciclo reprodutivo das espécies. O trabalho é viabilizado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

    “O ITD é referência na região do Delta do Parnaíba, que abraça o Maranhão e o Piauí. Nosso trabalho está inserido no contexto da margem equatorial brasileira, uma área estratégica e ainda pouco conhecida, mas de grande relevância socioambiental. É justamente por isso que buscamos alinhar nossas ações aos ODS 12 e 14, construindo prática e conhecimento nesse território”, complementa Werlanne Magalhães.

    A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), em especial o ODS 14 – Vida na Água, que trata da conservação de espécies marinhas e seus habitats, e o ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis, associado à promoção de práticas socioambientais responsáveis no litoral piauiense.

  • Tartarugas do Delta completa 20 anos de proteção às tartarugas marinhas na APA Delta do Parnaíba

    Tartarugas do Delta completa 20 anos de proteção às tartarugas marinhas na APA Delta do Parnaíba

    Iniciativa realiza o monitoramento de praia percorrendo 120 km entre Cajueiro da Praia e Tutoia, MA, entregou mais de 250 mil filhotes ao mar e atendeu mais de 30 mil pessoas ao longo de duas décadas de atuação na região.

    No dia 9 de julho, o projeto Tartarugas do Delta celebra 20 anos de atuação contínua na Área de Proteção Ambiental (APA) Delta do Parnaíba, um dos mais importantes ecossistemas costeiros do Brasil e ponto de refúgio, alimentação, descanso e reprodução várias de espécies, principalmente algumas ameaçadas, como é o caso do Boto-cinza, tartarugas marinhas e cavalo marinhos.

    Ao longo de duas décadas, o projeto consolidou-se como referência em conservação marinha na região, reunindo resultados expressivos:

    • 20 anos de atuação ininterrupta na APA Delta do Parnaíba;

    • 120 km de praias monitoradas, abrangendo áreas de desova ao longo do litoral;

    • mais de 30 mil pessoas atendidas, entre moradores das comunidades litorâneas, turistas, estudantes e pescadores, por meio de ações de educação ambiental;

    • mais de 250 mil filhotes de tartarugas marinhas entregues ao mar, resultado direto do trabalho de proteção de ninhos e monitoramento das praias.

    O trabalho é possível graças a uma rede de parcerias que sustenta as ações de campo, pesquisa, educação ambiental e envolvimento comunitário. Atualmente, o projeto conta com a parceria da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, além do apoio da Eólica Pedra do Sal, da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar), da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), do Sesc Piauí e da iniciativa Margem Equatorial e Cia Porto Piauí.

    A marca de 20 anos reforça o papel do Tartarugas do Delta na preservação da biodiversidade marinha e no fortalecimento da relação das comunidades locais com o meio ambiente, consolidando a APA Delta do Parnaíba como território estratégico para a conservação de espécies marinhas ameaçadas no Brasil.

    Sobre o Tartarugas do Delta

    O Tartarugas do Delta nasceu em 2006, a partir da iniciativa de biólogos e voluntários engajados na conservação das tartarugas marinhas do litoral piauiense. Os primeiros passos do projeto envolveram parcerias com o IBAMA, o Projeto TAMAR e a própria APA Delta do Parnaíba, unidade de conservação federal criada em 1996 que abrange municípios do Piauí, Maranhão e Ceará. Em 2012, o grupo se formalizou como pessoa jurídica, dando origem ao Instituto Tartarugas do Delta.

    À frente da coordenação está Werlanne Magalhães, doutora em Ciências marinhas tropicais, que ajudou a estruturar o projeto desde suas primeiras ações de monitoramento de praia até sua consolidação como uma das principais referências em conservação de tartarugas marinhas do Nordeste. Hoje, o Instituto desenvolve atividades de pesquisa, educação ambiental, geração de renda para comunidades tradicionais e participação ativa na gestão compartilhada da APA Delta do Parnaíba.

  • Tartarugas do Delta participa do I Colóquio Municipal de Educação e reforça compromisso com a educação socioambiental em Parnaíba

    Tartarugas do Delta participa do I Colóquio Municipal de Educação e reforça compromisso com a educação socioambiental em Parnaíba

    O Projeto Tartarugas do Delta marcou presença no I Colóquio Municipal de Educação, realizado nesta sexta-feira (3), no Auditório da Fecomércio, com o tema “Parnaíba e a Nova Década da Educação”. O evento, promovido pela Secretaria Municipal de Educação (Seduc), deu início ao processo de construção do Plano Municipal de Educação 2026–2036 e contou também com a instalação e posse do Fórum Municipal de Educação, instância permanente de participação social responsável por acompanhar, monitorar e avaliar as políticas educacionais do município.

    Estiveram presentes Werlanne Magalhães, coordenadora do Projeto Tartarugas do Delta, e Carine Gomes, pedagoga responsável pelas ações educativas da iniciativa que acontece em parceria com a Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental.

    A participação das duas reforça o papel da organização como referência em educação ambiental na região do Delta do Parnaíba e amplia o diálogo entre a sociedade civil e o poder público na construção das prioridades educacionais para a próxima década.

    Durante o colóquio, foram discutidos os caminhos para fortalecer a gestão democrática da educação parnaibana, com espaço para escuta e participação social de instituições, educadores e representantes da comunidade.

    A indicação de representantes do Instituto Tartarugas do Delta para compor o Fórum Municipal de Educação, no biênio 2026–2028, evidencia o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo projeto junto às escolas e comunidades locais.

    O Projeto Tartarugas do Delta desenvolve ações de educação socioeducativa promovendo a cultura oceânica como proposta para formação cidadã de crianças, jovens e educadores das redes pública e particular de ensino contribuindo diretamente para o cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4 — Educação de Qualidade, da Agenda 2030 da ONU, que preconiza a garantia de uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizagem ao longo da vida, com destaque para a formação voltada à sustentabilidade e à consciência ambiental.

    A presença de Carine Gomes e Werlanne Magalhães no I Colóquio Municipal de Educação reafirma o compromisso do Projeto Tartarugas do Delta com a agenda socioambiental às políticas públicas de educação de Parnaíba, consolidando parcerias que unem sociedade civil, iniciativa privada e poder público em prol de uma educação mais sustentável e participativa.

    ODS em aplicação:

    ODS 12 — Consumo e Produção Responsáveis: As ações do Projeto Tartarugas do Delta também dialogam com o ODS 12, ao estimular práticas de consumo consciente e descarte adequado de resíduos, sensibilizando estudantes e comunidades sobre os impactos do lixo, especialmente o plástico, nos ecossistemas costeiros e marinhos.

    ODS 14 — Vida na Água: Como iniciativa voltada à conservação marinha, o projeto atua diretamente no cumprimento do ODS 14, promovendo a proteção da biodiversidade marinha e costeira do Delta do Parnaíba, com foco na preservação das tartarugas marinhas e de seus habitats.

  • Artesãos de Parnaíba levam tradição e sustentabilidade à Feira da Agricultura Familiar do Piauí

    Artesãos de Parnaíba levam tradição e sustentabilidade à Feira da Agricultura Familiar do Piauí

    A riqueza do artesanato tradicional de Parnaíba está entre os destaques da Feira da Agricultura Familiar, Produtos Tradicionais e Economia Solidária, que reúne expositores dos 12 territórios do semiárido piauiense. Representando o litoral do estado, o Grupo Cultura de Artesanato e a Associação Trançados da Ilha.

    Os dois grupos desenvolvem suas atividades em parceria com o Instituto Tartarugas do Delta, por meio do Projeto Tartarugas do Delta, iniciativa realizada em parceria com a Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental. A parceria fortalece o empreendedorismo social e a prática do ODS12.

    Na feira, os visitantes têm a oportunidade de conhecer produtos que carregam identidade, história e sustentabilidade. As peças artesanais representam o compromisso das comunidades com a preservação da sociobiodiversidade e demonstram como a economia criativa pode caminhar lado a lado com a proteção dos recursos naturais.

    Além de fomentar a comercialização dos produtos, a participação dos artesãos amplia a visibilidade do trabalho desenvolvido pelas comunidades tradicionais do Delta do Parnaíba, evidenciando que a agricultura familiar, o artesanato e a conservação ambiental são pilares fundamentais para o desenvolvimento sustentável da região.

    A Feira da Agricultura Familiar, Produtos Tradicionais e Economia Solidária reforça a importância de aproximar a população urbana dos produtores e artesãos, promovendo o consumo consciente, a valorização da cultura local e o fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis do estado do Piauí.

  • Campanha Educativa de Limpeza de Praia mobiliza comunidade na Pedra do Sal

    Campanha Educativa de Limpeza de Praia mobiliza comunidade na Pedra do Sal

    O Instituto Tartarugas do Delta, em parceria com a Eólica Pedra do Sal e a Prefeitura de Parnaíba, realizou no último sábado (27/06) uma campanha educativa de limpeza na Praia da Pedra do Sal. A ação teve concentração às 7h, na quadra da Escola Municipal Dr. João Silva Filho, reunindo voluntários e moradores da comunidade.

    A iniciativa teve como objetivo sensibilizar a população sobre os impactos do descarte irregular de resíduos no ecossistema costeiro, especialmente para espécies marinhas como as tartarugas, foco do trabalho de conservação do Instituto. Durante a atividade, os participantes recolheram lixo ao longo da faixa de areia, com destaque para plásticos e materiais de difícil decomposição encontrados na região.

    Esta ação contribuiu com as propostas da Aliança Brasileira pela Cultura Oceânica que conecta gestores públicos e sociedade civil para implementação de ações locais em prol da Década do Oceano. Promovendo ações sobre cuidado ambiental visando na saúde dos oceanos.

    Para Werlanne Magalhães, coordenadora do Projeto Tartarugas do Delta, que acontece em parceria com a Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental ações como essa fortalecem o vínculo entre comunidade e meio ambiente. “Cada quilo de lixo retirado da praia é um passo a mais na proteção não apenas das tartarugas marinhas e de todo o ecossistema do Delta, inclusive para a atividade pesqueira. Essa parceria com a Eólica Pedra do Sal e a Prefeitura de Parnaíba mostra como o engajamento coletivo transforma a realidade do nosso litoral”, afirma.

    Para mais informações sobre as ações do Instituto, acesse institutotartarugasdodelta.org.

  • Tartarugas do Delta representa APA Delta do Parnaíba em encontro nacional de cultura oceânica

    Tartarugas do Delta representa APA Delta do Parnaíba em encontro nacional de cultura oceânica

    O Projeto Tartarugas do Delta participou do I Encontro Petrobras de Cultura Oceânica, realizado no Rio de Janeiro, que reuniu projetos socioambientais de diferentes regiões do Brasil. A APA Delta do Parnaíba foi representada pelo Projeto através de sua coordenadora por Werlanne Magalhães.

    O encontro promoveu troca de experiências entre iniciativas que compartilham o compromisso com a educação socioambiental e a conservação dos ecossistemas marinhos, reforçando a importância do trabalho em rede.

    “Foi muito significativo estar ao lado de outras lideranças que acreditam que a transformação da relação das pessoas com o oceano só acontece quando caminhamos juntos. Voltamos com novas perspectivas para fortalecer nosso trabalho de conservação da biodiversidade marinha na região da APA Delta do Parnaíba”, afirmou Werlanne.

    O Projeto Tartarugas do Delta acontece em parceria com a Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental e atua na conservação das tartarugas marinhas, mitigação da Pesca Fantasma, na formação do Turismo Científico e promoção das ações socioeducativas na região do Delta do Parnaíba que abrange os estados do Piauí, Maranhão.

  • Praia do Piauí registra nascimento de filhotes de tartaruga-de-pente

    Praia do Piauí registra nascimento de filhotes de tartaruga-de-pente

    A praia de Luís Correia, no litoral do Piauí, foi palco de um momento marcante para a conservação ambiental nesta segunda-feira (15), filhotes de tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata) deixaram o ninho de número 355 e foram guiados ao mar pela equipe do Projeto Tartarugas do Delta.

    A espécie é classificada como criticamente em perigo de extinção na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), o que torna cada nascimento registrado um avanço significativo para a preservação da biodiversidade marinha na região.

    O trabalho de monitoramento dos ninhos é realizado pelo Projeto Tartarugas do Delta, iniciativa desenvolvida em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. A equipe acompanhou de perto a eclosão do ninho e garantiu que todos os filhotes chegassem com segurança às águas do Atlântico.

    A APA Delta do Parnaíba, região que abrange o litoral de Luís Correia, é um dos principais pontos de desova de tartarugas marinhas no Nordeste brasileiro. A presença de projetos estruturados de conservação nessa área é fundamental para proteger os ninhos de ameaças como a predação, circulação de veículos nas praias, Fotopoluição e os impactos das mudanças climáticas sobre as temperaturas da areia.

    Com o registro do ninho 355, o projeto acumula mais uma marca relevante na temporada de reprodução, reforçando a importância da ciência aplicada à conservação e do engajamento de empresas e comunidades locais na proteção das espécies marinhas ameaçadas.

    Com muita satisfação e comprometimento ambiental, a data ganha um significado ainda maior: no Dia Internacional das Tartarugas Marinhas (16/06), o projeto celebra a marca de mais de 32 mil filhotes liberados no mar e um total de 360 ninhos identificados nesta temporada de 2026 na região da APA Delta do Parnaíba. Uma conquista coletiva que só foi possível graças ao apoio de parceiros fundamentais — Eólica Pedra do Sal, ICMBio, Resex, Cia Porto Pi e UFDPar —, e que reafirma que o trabalho de conservação continua, ninho por ninho, filhote por filhote.